Máscaras: usar ou não usar, eis a questão

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Os maiores estados do Brasil discutem a respeito da liberação das máscaras de segurança. Mas, será que isso realmente é algo oportuno para o momento? Ainda mais depois de “fracionar” o carnaval brasileiro? Isso mesmo, “fracionar”. Claro, não foi de propósito e acredito que os responsáveis pela mudança da data não esperavam que os foliões de plantão, sairiam às ruas de qualquer maneira em fevereiro.

 O carnaval tem um significado para nós, brasileiros: alegria, liberdade, diversão e etc. E isso, não é algo que dá para fazer com máscara de proteção, ou seja, vimos nos Noticiários grupos de pessoas, pulando, cantando e dançando com sorrisos expostos em plena aglomeração. Você pode imaginar o resultado que isso pode trazer para toda a sociedade?

É claro que o corona vírus, apesar da vacinação adiantada, ainda está entre nós, mas não podemos esquecer que é um vírus mutável, ou seja, enquanto ele estiver entre nós, controlado ou não, ele poderá sofrer se transformar conforme sua existência entre nós.

Por isso, este não é o momento de liberarmos as máscaras. É o momento de deixarmos esses eventos carnavalescos em uma quarentena velada de observância. Acompanhar os possíveis resultados dessas aglomerações e seguir as análises de contagio do país, afinal, não podemos negligenciar que o corona está evoluindo para a categoria de endêmico.

Por isso, toda atenção é importante, ainda mais em um período onde as pessoas querem diversão, alegria e relaxamento. No momento da festa, ninguém pensa no amanhã, prova disso é o grande número de nascimentos que ocorrem lá por setembro/outubro/novembro.

Agora, deixo a pergunta: é certo deixarmos um dos grandes meios de proteção de lado por causa dos números da pandemia? Números estes que foram deixados de lado pela desgraça em Petrópolis e agora pela guerra da Rússia contra a Ucrânia?

Será que vamos esperar mais uma vez a primeira bomba de uma série de casos, explodir para tentarmos tomarmos atitudes que com certeza não surtirão efeito? Afinal, como dizem: é mais barato prevenir do que remediar, ainda mais com o aumento dos medicamentos…


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